O retorno do eterno

Aventura #12
Novos inimigos, velhos amigos

18/11/1479

Após acordarem e recuperarem sues poderes, Thórin despetrificou Telbor, e passaram o dia praticando suas novas habilidades enquanto aguardavam o retorno do dragão. Nathan sentiu uma forte dor em sua cicatriz, chegando a soltar fumaça, e se retirou. Sulino o seguiu e presenciou Azrael conversando com eNathaniel, e aparentemente, ele estava o ensinando seu Warlock a utilizar seus novos poderes infernais. Solon por pouco não é alvejado pela primeira bola de fogo de Nathan.

Ao anoitecer, foram bordados por um trio, parecendo um guerreiro, um mago e um clérigo, e o emblema de suas vestes foi identificada como o culto do dragão. O mago pediu a coroa de Yarlith ou mataria a todos. Os heróis não aceitaram e foram atacados. Entretanto, os inimigos possuíam vários ladinos escondidos alvejando-os com dardos. Perto do final da Luta Nathaniel apareceu e combateu um dos assassinos.

Durante este combate, eles se reconheceram. O assassino era Kenrick, seu melhor amigo na época em que eram piratas no navio do capitão Kraven. Kenrick se rebelou contra sue grupo, cravando uma adaga nas costas do mago, e visivelmente foi fritado por dentro por um efeito magico. Com este desfalque nos inimigos, os heróis mataram a todos, que lutaram até a morte de forma fanática.

Kenrick revelou que havia sido contratado como mercenário pelo culto, e quando viu as atividades reais do culto (sacrifícios humanos, magia negra, etc) quis sair, mas colocaram uma mania de Geas nele. Por isso que ele tomou dano quando se rebelou contra seus escravizadores. Kenrick se ofereceu para acompanhar os heróis, mas estes recusaram, apesar dos protestos de Nathaniel. Thórin foi bondoso e removeu a magia geas, e Kenrick prometeu um favor para o grupo. Ele deixou que os heróis ficassem com o tesouro do culto, uma bolsa de espaço infinito contendo um tapete voador e pergaminho de circulo de teleporte, com sequencia de urnas para dois círculos diferentes. Ele também explicou que o culto havia feito um acordo com o dragão, de que se eles encontrassem a coroa, Voragamanthar se submeteria ao processo de se tornar um dracolich. Assim, ficou claro que o dragão tentou jogar um grupo contra o outro para depois lidar com o grupo vencedor enfraquecido.

Durante o descanso, Brador pronunciou a palavra “vingadora sagrada” E sentiu uma forte presença vinda de dentro da torre onde haviam enfrentado o cavaleiro da morte.

Após 2 horas de descanso, ao discutirem o que fazer, pois o dragão estava demorando, súlon percebeu que ele estava ali escutando a conversa, só que invisível. E o pior é que haviam 2 dragões idênticos!! Um deles estava usando uma coroa igual à que retiraram do cavaleiro da morte. Intimidados pelos dragões, os heróis entregaram a coroa, e logo após colocar a coroa em seu chifre, os dois dragões começaram a se contorcer, gritar, cuspir acido de forma aleatória, como se lutando pelo próprio controle. Os heróis fugiram, e viram os dragões se aquietarem e pronunciarem em voz alta: “INIARV VIVE NOVAMENTE, MORTE E DESTRUIÇÃO” E voam imediatamente na direção sul. Henric atira um dardo em um deles, e explica que o dardo continha um localizador atrelado ao amuleto usado pelo mago do culto do dragão. Ele deu este amuleto para Telbor.

Sem saber o que fazer, os heróis entraram novamente na torre, para verificar a questão da “vingadora sagrada”. Kenrick ficou de fora vigiando a entrada. Enfrentaram alguns zumbis, e encontraram o Death knight regenerado, e lutaram contra ele novamente. Entretanto, Brador ficou tentando conversar com o cavaleiro, até que este o deu ouvidos. Ele explicou que era o rei Uth VII, do reino de Yarlith, e que ele amaldiçoou seu reino ao exigir que o licc Iniarv fizesse algo para destruir a horda de orcs que invadira seu reino, apesar de seu irmão gêmeo, também possuidor de uma coroa gêmea ser contra.

Iniarv, que havia sido o criador das coroas e mago real em vida, honrou sua obrigação, inundando todo o reino com o mar. Matando os humanos e os orcs igualmente, e assim, o Mere of the dead men nasceu. Desde então, ele viveu almadiçoado por ter falhado com seu povo, e apenas destruindo Iniarv poderia descansar novamente e retirar a maldição dele e de sua espada vingadora sagrada. Ele mandou que fossem embora e voltou para seu túmulo.

Brtador tentou tocar na espada, mas sofreu um dano necrótico intenso, e sentiu toda a dor, sofrimento e ódio do povo afogado ali.

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Aventura #11
Não faça negócios com um Dragão

16/11/1479

Ao esconderem-se do Dragão negro, não se deram conta de que havia uma emboscada de orcs na estrada. Os heróis saíram de seu esconderijo para ver o dragão negro dilacerando cerca de 30 orcs e colocando mais 10 para fugir. O dragão se apresentou como Voragamanthar, o soberano do pântano dos homens mortos, e cobrou um favor dos heróis por ter salvo-lhes dos orcs: Ir até um mote voador e recuperar um artefato, a coroa gêmea de Yarlith que estaria em uma ruína neste mote flutuante.

Como a segunda opção era enfrentar o dragão, eles aceitaram a proposta, e o dragão os levou voando em suas costas até lá, e disse que voltaria no dia seguinte para checar se conseguiram.

A vegetação era igual à do pântano, só que seca. E todos tinham uma sensação nervosa de que estavam sendo observados, sendo vendo olhos que sumiam, sem nunca saber se viram algo de verdade. No mote, havia uma torre em ruínas, e os heróis arrombaram a porta e entraram no que parecia ser uma catacumba.

No primeiro aposento encontraram vários corpos, e pelas vestes, pareciam os outros aventureiros que Voragamanthar disse ter enviado mas que nunca voltaram. Eles se ergueram como zumbis, e foi travado o primeiro combate do dia. Os heróis seguiram vitoriosos, e encontraram na sala seguinte um Death Tyrant que também foi derrotado, entretanto Telbor terminou a luta petrificado. Decidiram continuar mesmo sem Telbor e encontraram a câmara final, com um sarcófago.

Deste sarcófago, levantou-se um cavaleiro da morte, com armadura completa e escudo postando um brasão desconhecido, e ele usava em sua cabeça uma coroa prateada, espinhosa e com um diamante na fronte. Ele apenas dizia que precisava destruir Iniarv, e que todos estavam condenados. Ele foi derrotado, e os heróis recolheram sua coroa mas alguns tesouros que estavam em um pequeno baú do aposento.

Carregaram a estatua de Telbor para fora e concluíram que aquela seria a tal cora gêmea de Yarlith. Acamparam e esperaram o dragão aparecer…

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Aventura #10
The mere of the Dead Men

10/11/1479

Após discutirem seus próximos passos, os heróis deixaram o comando da taverna com Robson, o Taverneiro; e a segurança sob o comando do sargento Spotnik. Resolveram ir até as cavernas do Caos recuperar o bracelete que Nathan escondera lá, e que viajariam a cavalo mesmo.

Passaram tranquilamente pelas vilas de Shallow Waters e HIghcliff, mas não quiseram desviar muito o caminho para ir até Leilon. Última vila antes de chegar ao pântano. A viagem começou a ficar perigosa, pois à oeste a estrada estava bem na beirada do pântano, e a Leste, bem no pé das montanhas da Espada.

Enfrentaram um dragão negro jovem junto com 2 trolls, e após uma luta um pouco inusitada (O dragão foi brevemente transformado em galinha, e Sulon não conseguia captura-lo), eles foram derrotados este dragão dizia que queria impressionar Voaragamanthar.

Foram atacados no outro dia por um enxame de mortos vivos, mas eram fracos, e foram prontamente destruídos por Thorin. Enfrentaram ainda uma Hydra e depois, 3 gigantes de pedra. Como eles estavam atirando pedras do alto da montanha, os heróis preferiram fugir. Faltando cerca de um dia para terminarem de atravessar a estrada do pântano, Avistaram um dragão negro enorme vindo na direção deles….

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Intervalo - Downtime #1
A taverna "Caneca do Bardo"

07/10/1479

Ao retornarem de Sigil, os personagens encontram uma pequena fortaleza no lugar onde estava o velho casarão que ganharam do conde Dariel. Após bate-boca com os guardas, encontraram Lucas, que nomeou a lugar como “Caneca do Bardo”. Ficou esclarecido que passaram 2 meses fora (provavelmente o tempo passa mais devagar no Carceri ou em Sigil). E que deu muita sorte de encontrar uma equipe de anões construtores de Mirabar ociosos na cidade, então conseguiu os materiais e a mão de obra por um preço bem mais baixo.

A fortaleza conta com uma taverna no nível térreo, uma taverna subterrânea especialmente decorada para anões, uma estalagem, uma loja, oficina de ferraria e carpintaria, um quartel para 40 soldados/empregados, e uma casa exclusiva dos personagens, com quartos e oficinas apropriadas para cada classe.

Após 2 dias descansando e conhecendo a nova casa e os empregados, Lucas anunciou que estaria indo embora para Baldar’s Gate sem previsão de volta, “assuntos Harpistas” ele disse.
Assim, passou-se um mês de Downtime, com as seguintes atividades:

Brador:
Reformar o Templo de Moradin,
Atuar nas atividades do Templo,
custo: 1gp/dia: 2 clérigos, 2 acólitos

Templo se pagou e gerou 25 gp.

Telbor:
Pesquisar Dungeons e organizações perigosas da região. Resultados:
-Cultistas diabólicos falaram sobre um lugar de poder no coração da floresta neverwinter
-Mapa com a entrada de Gauntlygrim
-Nethereses estão perto de achar Ilyaburien
-Dragão sobrevoando o Mere of the dead man.
-Mês passado um kraken saiu voando pela fenda.

Drugo e Sulon:
-jardinagem e sparring.

Thorin:
-Crafting. Resignado por ver seus amigos presos na fortaleza do colecionador.

Nathaniel:
-Administrou a Taverna, conseguiu gerar 500 gp de lucro além dos custos.

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Aventura #9
A fortaleza do Colecionador

06/08/1479

Ao acordarem e dizerem para Lucas que iriam encontrar o prefeito e que talvez precisassem viajar imediatamente, Lucas disse que ficaria recuperando sua perna e tomando o vinho do feywild. Telbor assinou um documento que passa a propriedade para Lucas caso eles demorassem mais do que duas semanas. Chegaram na sala de Soma Gault e ele revelou que a espada era uma armadilha, que há um circulo de teleportação gravado na espada. Então, com a ajuda de um gnomo amigo de Soman, todos deram a mão e ele completou o teleporte.

Entretanto, eles caíram pelos planos, para dentro do plano de cárceri (não sabem ainda) mais especificamente dentro da fortaleza do colecionador.

É um salão enorme com pedestais de 3mx3m separados por corredores de 6m de largura. Telbor contou as linhas e as colunas e contou exatos 500 pedestais. Alguns estavam vazios. Outros tinham itens diversos e outros criaturas. Ogros, Beholders, anões, goblins, remorahz, até um osquip!!! E na parede oeste havia uma coleção de cabeças empalhadas com os dizeres acima “coleção de pobres colecionadores” com pelo menos 80 cabeças das mais variadas formas e tipos ali.

Enfrentaram um grupo de bearded devils e outro de chain devils, Telbor utilizou compreende r línguas e escutava uma voz gutural vindo da parede Leste com Eco. “Vocês não vão aguentar, vão virar lêmures!!” Quando os diabos morriam, esta voz dava mais risadas sinistras e dizia “eu sabia! vocês são todos fracos!”

Até que, explorando o local, foram emboscados por 4 Chain devils, sendo que um conseguiu prender o Golem em suas correntes. Ele abre um sorriso maligno e desaparece junto com o Golem! Após derrotarem 2 dos chain devils, Uma Eriny chamada Janyra, junto com vários spined e barbed devils e hell hounds apareceram e interromperam a luta. Ela se apresentou como a cuidadora do local, e ofereceu ao grupo saída para sigil e a soltura do Golem em troca de enfrentar uma criatura que estava presa na entrada da fortaleza, e o grupo aceitou.

Enquanto negociavam, perceberam algumas das criaturas que estavam presas nas celas mágicas começarem a andar e desaparecerem em portais. As criaturas eram: 3 Ogros, 2 Beholder, 5 orcs, 2 elfos parecendo magos, 3 anões (Abaduin, Ionin, Matoin) Os amigos de Thorin!! Janyria disse que ás vezes itens ou criaturas sumiam e reapareciam novamente após algum tempo, mas nao soube dizer o porque.

Descansaram um pouco e entraram na sala onde estava a tal criatura, uma pequena Caveira flutuante com um símbolo na testa igual ao que o Golem possui no seu peitoral. Durante a luta, o demilich pronunciou as frases:

“Tumathoiiiin, liberte-meeeee.”
“minha alma mais 5000 almas, preciso ser livre”
“no templo de Amaunator em Eltugard, eu serei livreeee”
“Larloch vai pagar pelo que fez comigo, thumatoiiin, O Eterno retornaraaaaa”

A luta foi difícil, mas conseguiram derrotá-lo. Janyria os agradeceu e os levou à sala onde o golem estava preso. Ao entrar na sala, ele estava dialogando com outro prisioneiro, Azrael, o anjo caído, irmão de Dariel. O diálogo foi:

Golem: “Mas como você caiu se você tem Asas?”
Azrael: “Criatura Estúpida! Eu caí da Graça de Tyr!”
Golem: “Então ele não vê mais graça em você?”
Azrael “Oh, Tyr mutilado, meu tormento é muito maior do que eu imaginava!”

Janyria libertou o Golem, e Azrael mostrou a Nathaniel que sua patrona, a bruxa Krustra, pirata dos mares do Feywild podia controlá-lo e espiona-lo sempre que quisesse, e mostrou que ela mantinha Tânia aprisionada para chantageá-lo caso precisasse. Logo em seguida ele propôs um pacto diferente, onde Nathaniel não teria obrigação alguma para com Azrael, e este não teria controle nenhum sobre Nathaniel. Ele aceitou, e a energia mágica do pacto anterior desapareceu em uma explosão de purpurina.

Ao forjar o pacto novo, Nathaniel ficou envolto em chamas negras, e formou-se uma cicatriz em seu ombro contendo uma runa. E ao terminar de formar a runa, Ele foi inesperadamente envolto em uma explosão de luz que dissipou as chamas.

Azrael solicitou a Janyria que o soltasse, pois havia ganho a “aposta” contra o mestre dela. Ela o libertou prontamente, e ele criou seu próprio portal e sumiu dali.

Janyria então os levou até um portal dentro de uma biblioteca e os deu uma pequena recompensa pela ajuda com o demilich e desejou que eles nunca mais apareçam ali. O portal abriu em Sigil, a cidade das portas, dentro da loja do Colecionador. Vash, o rakshaasa que cuida da loja os explicou as regras de sigil e lhes desejou boa sorte.

Presenciaram a dama da dor exterminando um Balor que atacou um anjo, e Telbor pegou um pouco de “pó de Balor”. Foram até a taverna “Gárgula Amarelo” para procurar por informações sobre um portal de volta para Neverwinter. Na taverna, o taverneiro Eltenid, um anão, ofereceu-lhes a cerveja de moradin, que fazia com que os anões que a tomassem experimentassem uma embriagues profunda e se encontrassem espiritualmente com Moradin.

Após essa experiência, eles fizeram votos de nunca mais tomar outra cerveja.
Com informações obtidas, foram até a tenda da Shira, uma halfling que vendia portais, e compraram uma chave de uso único que ativa o portal de neverwinter para a loja dela em sigil.

Atravessaram o portal e apareceram dentro da casa do conhecimento, antigo templo de Ohgma em Neverwinter. Os acólitos mostraram a saída, e no caminho, passaram pelo Irmão Vartan, o líder do templo. Ele estava estranhamente molhado, de olhos bem esbugalhados e não prestou atenção neles.

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Aventura #8
O Baile do Colecionador

18/07/1479
Chegaram anoitecendo em Neverwinter e foram até o endereço indicado. Ao entrarem lá pegaram no flagra um grupo de drows usando a casa como sala de tortura e despejo de corpos. Venceram os drows, esgotaram uma moça chamada Adriana, e encontraram a sala secreta do tesouro, que é vedada magicamente a qualquer magia de detecção, pegaram os itens mágicos e guardaram a pedra lá. Passaram os dias seguinte transferindo a propriedade da casa para o nome deles, e decidindo como utilizariam os 20.000 PO para reformar a casa.

05/08/1479
Neste dia chegou uma carta do prefeito Soman Gault para comparecerem a um baile de mascaras em comemoração à inauguração do museu da historia de neverwinter, junto ao lago negro. Eles foram convidados pois a menina que salvaram dos drows era a filha de um mercador importante.

Durante a festa, um senhor mascarado chegou se apresentando como o colecionador e que estava na hora de retribuírem o favor de tê-los salvo da morte certa na mansão do conde Dariel. Após os personagens o agradecer, e perguntar que favor seria, ele pediu que eles roubassem uma espada que estava no museu a ser inaugurado. Esta espada teria pertencido ao próprioi lorde Neverember, e era a peça mais importante da coleção. Ao rejeitarem, ele disse que pessoas sofreriam se eles não aceitassem, mas mesmo assim negaram.

Tentaram avisar à guarda, mas foi inutil, e foram inclusive detidos por estarem tentando causar tumulto. De repente ocorreu uma explosão e sombras começaram a atacar as pessoas na rua. Nathaniel ficou para defender os civis, enquanto que o resto do grupo entrou no museu para confrontar o Colecionador. Conseguiram matar um dos assassinos e outros monstros. quando o segundo assassino foi rendido e a espada recuperada, O colecionador apareceu na porta carregando o corpo de Nathaniel desmaiado, com mais magos e shield guardians e solicitou a espada. O Golem a abandonou em seu estande e o shiled guardian buscou a espada, e o colecionador largou Nathaniel no chão. Golem e Telbor juraram que o colecionador iria pagar pelo que fez.

Quando saíram do museu, O colecionador havia deixado um wraith para causar mais tumulto enquanto ele fugia. Telbor conseguiu localizar e paralisar o outro assassino, que acabou capturado. Foi nessa hora que Thorin Marock (personagem do gustavo) apareceu e ajudou na luta. O Wraith foi facilmente derrotado, e quando isso aconteceu, apareceu brevemente uma sequencia de ruas ao redor de seu corpo e ele desapareceu. Telbor conseguiu gravar estas ruas em sua memória. Neste momento em que o Wraith sumiu, uma labareda surgiu mais a diante no tumulto seguido de gritos: “Ahh ele está nu!”

Foram logo para o pequeno quartel do distrito, onde Soman Gault já os estava esperando. Quando foram interrogar o assassino, ele conseguiu tomar um veneno e morrer antes de dizer qualquer coisa. Quando foram procurar na casa onde o Gomes havia visto o colecionador, ela estava vazia, exceto por uma mesa com alguns realços de componentes de rituais e alguns restos destes componentes no chão. A casa era bem decorada, mas não havia tesouros. Exceto por barris de vinho élfico envelhecido no feywild. O paulo levou dois barris para casa.

O prefeito então pediu que eles o encontrassem pela manhã e que viessem prontos para viajar. NO meio do caminho encontraram o Lucas Bebado cambaleando sozinho pela rua com uma perna toda enfaixada dizendo que foi pisoteado no tumulto, mas que uma senhora cuidou dos ferimentos dele.

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Aventura #7
O Conde Dariel

17/07/1479
Acordaram assustados sob os cuidados de uma moça chamada Liliana, serva na casa do Conde Dariel, a mesma casa habitada por um vampiro. Telbor tinha um recado em seu bolso que dizia:

“Agora vocês me devem uma.
C.”

Liliana pediu ajuda para resgatarem o conde, e deu um amuleto mágico de explosão solar para isso. Naquela mesma noite, chegou um cavaleiro de Waterdeep, se apresentando com o fernando Bolsoi, e puxou papo com o grupo. Ele disse que veio procurar dois dos seus soldados que vieram de waterdeep para cá ao chamado de uma tal Adriana. Liliana confessou ser Adriana. Ela disse que sabia que algo terrível havia acontecido com seu lorde, e já havia mandado dois grupos de aventureiros lá, mas só agora ela sabia que se tratava de um Vampiro. Fernando Bolsoi então prometeu cavalgar bem cedo de volta a waterdeep para trazer um grupo capaz de lidar com um vampiro e sua centena de espadas. Telbor não comentou, mas O cavaleiro carregava um broche identico a de dois corpos vistos na mansão do conde no dia anterior.

De repente ouviram o alarme da milícia. Um pequeno exercito de orcs liderado por um shaman e um Troll estavam vindo em direção da cidade. Telbor tentou interceptá-los, mas eles o ignoraram e mudaram de direção direto para a mansão do conde. Drugo tentou impor sua autoridade de soldado sobre a milícia mas não deu certo. O orcs entraram na mansão e os personagens foram atrás, e os guardas da milícia ficaram do lado de fora só observando.

Os orcs estavam combatendo o vampiro e suas espadas animadas, quando golem ativou o amuleto de explosão solar e o atirou no centro da luta. Com todas as espadas, orcs, e alguns zumbis destruídos a luta ficou bem mais fácil, e conseguiram destruir todos os monstros. Ao revirarem a casa encontraram nos aposentos do conde as seguintes mensagens sobre a escrivaninha:

-“Dor’Crae, sinto que o receptáculo está em sua posse, a sorte está a nosso favor. Volte imediatamente, esta vila não nos interessa mais"

-“Dor’Crae, já faz 2 dezenas que enviei a ultima mensagem, e você poderia ter chegado em poucas horas. Ainda sinto o receptáculo em sua posse. Volte imediatamente, ou irei pessoalmente até aí e te dar de comida a meu amado".

Os 2 bilhetes não tinham assinatura alguma, mas a caligrafia era bem marcante.

Liliana apareceu e os levou ao porão, onde havia outro vampiro trancado com uma estaca no peito. Após muita discussão, Golem atestou que o conde era um morto-vivo e um celestial ao mesmo tempo. Ele se apresentou como Dariel, um anjo caído que falhou com o Deus Tyr, e foi condenado a passar a eternidade entre os mortais e preso no corpo de um vampiro com uma sede insaciável de sangue. Ele disse que gostaria de saber o paradeiro de seu irmão Azrael que também caiu junto com ele. Ele não quis dizer porque e como eles falharam e sofreram essa condenação

Ele agradeceu ao grupo, devolveu a pedra que estava com thandruil, e lhes deu de presente uma casa abandonada em Neverwinter com tesouros escondidos no porão. NO dia seguinte partiram para neverwinter.

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Aventura #6
O paradeiro de Thandruil

14/07/1479

Resolveram partir imediatamente para Neverwinter, mas ao atravessar a ponte sobre o rio mirar, foram parados por uma barricada em nome do colecionador. Os soldados dele exigiram todos os itens do grupo para poder passar, e telbor respondeu com uma bola de fogo. Quando perceberam que estavam em desvantagem, os ladrões abriram uma caixa e fugiram. Na caixa tinha um salda dentro. Telbor deixou-o preso dentro da caixa com uma magia de Teia, e Golem atirou a caixa no rio. Foram resgatados pelos harpistas sob o comando de Azalar. Azalar os abrigou, reestudou seus suprimentos, deu amuletos de disfarce, e providenciou passagem para eles pelos portões sul. Ele também mandou Drugo Nero(Teiga) e Brador Fireforged(Paulo) para escoltá-los e ajudá-los.

15/07/1479 – 25/07/1479

Chegaram a Neverwinter e não conseguiram encontrar nenhuma pista de que Thandruil tivesse passado por ali. Então resolvem procurar pelo caminho ao sul.

16/07/1479

Chegam à pequena vila agrícola de Águas Rasas, e ao perguntar por Thadruil, um camponês diz que viu alguém com aquela descrição indo pro norte, e estava bem maltrapilho. Ao procurarem a saída norte, encontraram um apoia de sangue ainda fresco, e pegadas que levavam até uma mansão que estranhamente tinha as janelas fechadas com pedras… Ao arrombarem o portão, encontraram o arco e a cabeça de Thandruil no chão!! Só que lá dentro tinha um gigante fomor, que por sua vez foi derrotado. O grupo então, cheio de coragem, resolveu entrar na mansão, que estava cheia de esqueletos no chão. Foram recebidos por um vampiro que os avisou par irem embora, mas preferiram lutar. Ele ativou então uma centena de espadas animadas, e caíram um por um na luta, exceto o Lucas que fugiu invisível. Quando Golem, o ultimo a cair estava quase no chão, ele viu uma pequena folha de papel caindo perto do vampiro, e quando tocou no chão, ficou cego com uma explosão de Luz.

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Aventura #5
Náufragos

02/07/1479

Os sobreviventes na ilha eram os personagens mais o Lucas, a Bárbara e a garota. Golem tocou na garota apesar do Lucas ter avisado para não fazê-lo e foi a 0 pontos de vida. Sulon encontrou um lobo filhote e o pegou para criar. Descobriram uma cidade abandonada, de arquitetura Shou, e após investigar, descobriram que a cidade estava amaldiçoada, e o pouco da população que restou eram soldados mortos vivos. Descobriram que a maldição foi feita num passado distante por causa de um caso de amor proibido entre um samurai e uma sacerdotiza, que agora estavam condenados a sofrerem pela eternidade. O grupo quebrou a maldição e derrotou a forma morta-viva dos dois, e com o espirito deles livre, eles revelaram que a ilha era um zaratan, e colocou-a em movimento. Telbor ficou com o bastão da sacerdotisa.

03/07/1479 – 13/07/1479

Enquanto a Zaratan nadava para proximo à costa da espada, Golem construiu uma jangada grande o suficiente para todos, e com a cidade de Luskin à vista, velejaram até lá sem grandes problemas. chegando lá, Nathaniel tratou de vender a embarcação para levantarem grana (perderam tudo no naufrágio) e se hospedaram na taverna Cutlass. Durante a noite, um monge conhecido do gomes assaltou um livro especial dele e o golem causou um incêndio com sua pistola laser.

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Aventura #4
Rumo à Luskan

29/05/1479

Embarcaram para Luskan. Além da tripulação nada amigável no navio, estavam viajando também um bardo flautista chamado Lucas, uma Bárbara (não lembro o nome) que era a guardiã de uma menina que ficava de olhos vendados. O Golem aprendeu com uma certa facilidade a arte de construir e reparar Navios, enquanto treinava combate com os brutos abordo. Telbor teve tempo de ler o diário de Tumathoin e chegou à conclusão que o Golem na verdade tinha a alma de Tumathoin dentro dele. Por isso conseguia empunhar o martelo com tanta facilidade, pois estava escrito no martelo que apenas anões do clã Ironflail poderia empunhá-lo. Lamentou Barendd não ter sobrevivido para testemunhar a historia viva de seu clã, e jurou um dia levar a notícia para sua família em Mirabar.

01/07/1479 (Verão)

Após um mês abordo sem imprevistos desagradáveis, e faltando apenas uma dezena para chegar à Luskan, a lendária maga Simbul apareceu em todo seu esplendor no meio do convés, com olhos prateados furiosos gritando pelo capitão Craven. Então ela lhe pediu um bracelete específico e o capitão prontamente entregou. A Bruxa então disse que o bracelete era falso, e num ataque de fúria partiu o navio ao meio, naufragando-o. O grupo foi levado pela maré até uma ilha misteriosa.

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